Ahh que beleza, do nada me vem uma xará e pergunta se eu não quero entrar numa conversa de malucos. Opaa como não?? E é aí que eu encontro não só 3 meninos da minha sala antiga como também ganho uma nova família [to esperando a arvore genealógica]. Conversa vai, conversa vem e quando nos damos conta sobramos só nós 4. Lá estava eu de novo conversando só com meninos para variar. E debatendo desenhos pra variar também.
Aí que entra a grande novidade, eu tô chocada até agora. O tópico vira vida amorosa e eu encontro as 3 pessoas mais fofolindas do universo. Minha madrugada ficou recheada de fofidão e as coisas que eles me disseram, fizeram eu me sentir especial muito especial e mais que isso, eles fizeram com que eu me sentisse parte de um todo, me alegraram, me deram bons conselhos, boas risadas e métodos anti-ansiedade falhos haha.
As caras de mal que eles tinham na escola se desmancharam hoje e eu queria muito abraçá-los.
E além de tudo são três escritores excelentes com ótimos textos e poemas. Um por um eles foram dormindo e sobrou só eu agora as 3:30 da manhã encerrando uma conversa iniciada as 10:00 da noite.
Obrigada graciinhas, vocês são verdadeiramente um bando de bobões xP
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Essa daqui é pra vocês
Aquela música do Yugo mexeu comigo hoje. E aquele momento rodinha de violão piorou a situação. O depoimento da Isa foi só o golpe de misericórdia, preciso fazer isso pra vocês.
Quando cheguei na escola no primeiro dia de aula esse ano, fui procurar meu nome na lista e saber que eu não era mais do E me fez ficar triste. Afinal de contas quem eu conhecia do 1º/2º D?
Conversava com a Dú melhor amiga desde a 5ª série. Tinha os amigos dela, com quem eu já havia falado algumas vezes mas ainda não dava pra chamar eles de meus.
Foi desconfortável, assustador. Era como se o 1º dia do 1º ano estivesse acontecendo novamente. No primeiro dia, o que me salvou da total solidão foi na verdade o Lú. Ele também era novo ali, tava tão perdido quanto eu.
Eu tava revoltada queria minha sala de volta, me sociabilizar foi dificil. Nunca tinha nem visto a maior parte daquelas pessoas na escola. Foi aí que veio o pior pesadelos de todos.
Primeiro trabalho em grupo, um grupo que duraria o ano inteiro. Eu faltei no dia da escolha e a Dú esqueceu que agora eu tava lá, completou o grupo sem mim. Com quem é que eu ia fazer então?? Foi então que surgiu um grupo de meninas com quem eu já tinha conversado algumas vezes e elas perceberam o meu desespero e basicamente me adotaram.
Foi aí que se iniciou um processo de adoção multipla. Um outro grupo de meninas também resolveu me adotar, os amigos da Dú agora eram meus também.
Relutei durante muito tempo em dizer que era minha sala, mas hoje eu digo que o 2º D é tão minha sala quanto o 1º E, os dois fazem parte do meu mundo e das minhas necessidades.
No fim de tudo até os meninos lá da frente me adotaram.
Foram muitos risos, broncas, imprevistos em trabalhos, assuntos dos mais variados. E hoje eu sei que vocês tão ali por mim se eu for cair.
Eu sei que assustei muita gente. Fiz o todo mundo se condicionar a me abraçar todo dia, a cantar e dançar, por pra fora o que sente, rir bastante. E eu vou sentir muita falta disso tudo.
Obrigada Mú por me dar seus abraços quentinhos, debater sobre super-heróis e me apresentar o mundo das séries.
Obrigada Isa pelas opiniões revolucionárias, seus desenhos e coisinhas fofinhas.
Obrigada Gá por me fazer rir todos os dias eu querendo ou não com aqueles infelizes ataques de cosquinhas.
Obrigada Lú por não me deixar entristecer quando parecia que não tinha mais ninguém ali, tinha você.
Obrigada Dú por me inserir na sua sala a qual agora posso dizer que também é minha.
Obrigada Nathy, Kathy, Pá, Helão, Lê, Yuu, Leidy, Nessa, Olga, Fê pela paciência, apoio, compreensão, gargalhadas e brisas loucas emocionantes *--*
Obrigada Dan, Otávio, Yugo, Lucas, Osmar, Carlos, Cássio, Arthur, Gabriel, B.O. por não se irritarem comigo e por cantar coisas aleatórias como pagodes e Legião *-*
Obrigada meninos bagunceiros do fundo - Murilo, Marcos, Michael, Yuri, Luís, Wagner, Renan, porque apesar de não falar com vocês sempre tenho lembranças divertidas.
Enfim eu não tava com vocês no 1º ano, mas não me arrependo de ter passado com vocês o 2º.
E que venham os próximos, juntos na escola ou não, eu vou me lembrar e ser grata pra sempre.
Quando cheguei na escola no primeiro dia de aula esse ano, fui procurar meu nome na lista e saber que eu não era mais do E me fez ficar triste. Afinal de contas quem eu conhecia do 1º/2º D?
Conversava com a Dú melhor amiga desde a 5ª série. Tinha os amigos dela, com quem eu já havia falado algumas vezes mas ainda não dava pra chamar eles de meus.
Foi desconfortável, assustador. Era como se o 1º dia do 1º ano estivesse acontecendo novamente. No primeiro dia, o que me salvou da total solidão foi na verdade o Lú. Ele também era novo ali, tava tão perdido quanto eu.
Eu tava revoltada queria minha sala de volta, me sociabilizar foi dificil. Nunca tinha nem visto a maior parte daquelas pessoas na escola. Foi aí que veio o pior pesadelos de todos.
Primeiro trabalho em grupo, um grupo que duraria o ano inteiro. Eu faltei no dia da escolha e a Dú esqueceu que agora eu tava lá, completou o grupo sem mim. Com quem é que eu ia fazer então?? Foi então que surgiu um grupo de meninas com quem eu já tinha conversado algumas vezes e elas perceberam o meu desespero e basicamente me adotaram.
Foi aí que se iniciou um processo de adoção multipla. Um outro grupo de meninas também resolveu me adotar, os amigos da Dú agora eram meus também.
Relutei durante muito tempo em dizer que era minha sala, mas hoje eu digo que o 2º D é tão minha sala quanto o 1º E, os dois fazem parte do meu mundo e das minhas necessidades.
No fim de tudo até os meninos lá da frente me adotaram.
Foram muitos risos, broncas, imprevistos em trabalhos, assuntos dos mais variados. E hoje eu sei que vocês tão ali por mim se eu for cair.
Eu sei que assustei muita gente. Fiz o todo mundo se condicionar a me abraçar todo dia, a cantar e dançar, por pra fora o que sente, rir bastante. E eu vou sentir muita falta disso tudo.
Obrigada Mú por me dar seus abraços quentinhos, debater sobre super-heróis e me apresentar o mundo das séries.
Obrigada Isa pelas opiniões revolucionárias, seus desenhos e coisinhas fofinhas.
Obrigada Gá por me fazer rir todos os dias eu querendo ou não com aqueles infelizes ataques de cosquinhas.
Obrigada Lú por não me deixar entristecer quando parecia que não tinha mais ninguém ali, tinha você.
Obrigada Dú por me inserir na sua sala a qual agora posso dizer que também é minha.
Obrigada Nathy, Kathy, Pá, Helão, Lê, Yuu, Leidy, Nessa, Olga, Fê pela paciência, apoio, compreensão, gargalhadas e brisas loucas emocionantes *--*
Obrigada Dan, Otávio, Yugo, Lucas, Osmar, Carlos, Cássio, Arthur, Gabriel, B.O. por não se irritarem comigo e por cantar coisas aleatórias como pagodes e Legião *-*
Obrigada meninos bagunceiros do fundo - Murilo, Marcos, Michael, Yuri, Luís, Wagner, Renan, porque apesar de não falar com vocês sempre tenho lembranças divertidas.
Enfim eu não tava com vocês no 1º ano, mas não me arrependo de ter passado com vocês o 2º.
E que venham os próximos, juntos na escola ou não, eu vou me lembrar e ser grata pra sempre.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Bolhas
Chegou na loja de animais, foi direto na seção de aquários. Procurou passar longe dos gatos e cachorros pra não reagir da mesma maneira de sempre.
Vários peixes beta em potinhos prontos para serem comprados, mas tinha um que nadava compulsivamente em direção ao dedo dela quando ela o encostava no pote.
Foi pegar o pote na mão e ter a recaída, colocou ele de volta na prateleira e passou ao próximo corredor da loja de animais. Nesse momento seu coração apertou e as lágrimas que ela tentava conter escaparam. Ela havia chegado na parte de adoção e vários gatinhos e cachorrinhos olhavam pra ela querendo ser adotados. Ao vê-la chorando a mãe dela tentou acalmá-la, levá-la embora mas ela simplesmente não conseguia se mover. Porque ela não podia ter um animal que ela pudesse segurar no colo, levar pra passear, brincar, porque tinha que ser um peixe?
De todas as coisas que ela já tinha pedido pra mãe, essa era a única que nunca havia sido atendida. A mãe tinha alergia só de pensar em um animal com pêlos andando pela casa. Sempre resolvia os pedidos da filha com peixes. E assim a menina tinha adquirido um medo incontrolável de cachorro e um certo descaso pelos peixes.
A mãe finalmente conseguiu tirar a menina de perto da adoção e a levou para o setor de plantas. As lágrimas insistiam em escorrer deixando a mãe triste.
A menina voltou para os potinhos com peixes ainda chorando e viu de novo o beta azul com cauda manchada de vermelho, pegou o potinho e foi como se o peixe demonstrasse carinho por ela nadando sempre na sua direção e soltando bolhinhas. Ela que julgava os peixes como animais insensíveis e distantes se viu apegada naquele pequeno e azul.
O modo como ele se movia era como uma dança, a menina agora precisava daquele peixe, ele seria seu animal de estimação e ganharia todo amor do mundo. Não podia ser diferente.
Ela parou de chorar, comprou um aquário bonito e pedrinhas vermelhas de fundo. O nome do peixe só veio quando uma gota d'água ficou presa fora do pote e o peixinho ficou brincando com ela soltando bolhinhas..Bubble esse seria o nome do seu pequeno peixe azul.
Ela instalou o aquário em seu quarto com todo o carinho e ao dar comida para o peixe pela primeira vez, seu dedo encostou na água e ao invés de fugir Bubble nadou em direção dele e 'beijou-o'.
Ela queria um bichinho que demonstrasse amor, e ele provou ser o peixe mais carinhoso do mundo todo.
Agora ela conversa com ele por horas a fio enquanto ele solta bolhas.
Vários peixes beta em potinhos prontos para serem comprados, mas tinha um que nadava compulsivamente em direção ao dedo dela quando ela o encostava no pote.
Foi pegar o pote na mão e ter a recaída, colocou ele de volta na prateleira e passou ao próximo corredor da loja de animais. Nesse momento seu coração apertou e as lágrimas que ela tentava conter escaparam. Ela havia chegado na parte de adoção e vários gatinhos e cachorrinhos olhavam pra ela querendo ser adotados. Ao vê-la chorando a mãe dela tentou acalmá-la, levá-la embora mas ela simplesmente não conseguia se mover. Porque ela não podia ter um animal que ela pudesse segurar no colo, levar pra passear, brincar, porque tinha que ser um peixe?
De todas as coisas que ela já tinha pedido pra mãe, essa era a única que nunca havia sido atendida. A mãe tinha alergia só de pensar em um animal com pêlos andando pela casa. Sempre resolvia os pedidos da filha com peixes. E assim a menina tinha adquirido um medo incontrolável de cachorro e um certo descaso pelos peixes.
A mãe finalmente conseguiu tirar a menina de perto da adoção e a levou para o setor de plantas. As lágrimas insistiam em escorrer deixando a mãe triste.
A menina voltou para os potinhos com peixes ainda chorando e viu de novo o beta azul com cauda manchada de vermelho, pegou o potinho e foi como se o peixe demonstrasse carinho por ela nadando sempre na sua direção e soltando bolhinhas. Ela que julgava os peixes como animais insensíveis e distantes se viu apegada naquele pequeno e azul.
O modo como ele se movia era como uma dança, a menina agora precisava daquele peixe, ele seria seu animal de estimação e ganharia todo amor do mundo. Não podia ser diferente.
Ela parou de chorar, comprou um aquário bonito e pedrinhas vermelhas de fundo. O nome do peixe só veio quando uma gota d'água ficou presa fora do pote e o peixinho ficou brincando com ela soltando bolhinhas..Bubble esse seria o nome do seu pequeno peixe azul.
Ela instalou o aquário em seu quarto com todo o carinho e ao dar comida para o peixe pela primeira vez, seu dedo encostou na água e ao invés de fugir Bubble nadou em direção dele e 'beijou-o'.
Ela queria um bichinho que demonstrasse amor, e ele provou ser o peixe mais carinhoso do mundo todo.
Agora ela conversa com ele por horas a fio enquanto ele solta bolhas.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Velha eu ?
Hoje tive que ouvir uma coisa intrigante do meu melhor amigo. Ele me disse que eu sou velha por dentro, tenho 16 anos e sou velha. Só porque talvez eu não acredite em muitas coisas dessa minha geração como o desapego, o egoísmo, a rapidez, a falta de afeto, insensibilidade, banalização do sentir. São tantas coisas com as quais eu não concordo e que me incomodam e revoltam tão intensamente que nem consigo escrever todas aqui.
Afinal de contas qual o problema com querer conhecer de fato as pessoas, se aprofundar, saber a cor preferida, se prefere sol ou chuva, frio ou quente, rock ou samba antes de tentar ter algum tipo de relacionamento. Sinceramente eu espero ser especial pra alguém, não quero ser só um número numa lista. Não é disso que eu preciso. Quero atenção, abraços, carinho.
Eu sei a gente têm uma série de praticidades tecnólogicas que nos dão rapidez, mas será que essa rapidez tem que se estender a isso também? Será que estando em um ambiente por 3 horas eu tenho que ficar com 30 pessoas? 10 minutos é suficiente pra se conhecer alguém, descobrir afinidades, conquistar, beijar e já partir pra próxima. Cadê a parte do curtir o momento, o que vai ficar pra lembrança? Eu vejo criancinhas de 6 anos se beijando por aí, sendo incentivadas, crescendo e virando pais adolescentes justamente por ao invés de curtir uma coisa de cada vez acelerararem tudo sentirem tudo de uma vez e já partirem pra próxima tendo como lema a máxima de que figurinha repitida não completa albúm. Onde está a parte de se importar com o próximo, querer causar felicidade e assim também ser feliz?
Isso é ser velha? Ir a uma festa e se divertir apenas dançando é ser velha? Não querer ficar com alguém que manda um amigo pra falar com você é ser velha? E a parte romântica da coisa? E o contato, a conquista vão pra onde? Será que mais ninguém pensa assim e eu nasci de verdade na época errada? Não adianta negar, o ser humano precisa de atenção. Só que parece que apesar de saber dessa necessidade ele não quer desperdiçar a sua atenção com outro ser humano. Quer receber a atenção sem dar. Com isso as coisas perderam a magia ninguém mais liga pra sensação de beijar alguém a coisa virou física, animalesca, mandaram o sentimento pro raio que o parta.
A parte irônica é que uma hora ou outra todo mundo acaba "sossegando" com uma pessoa só, e trata essa pessoa de modo decente, o que é engraçado tendo em vista todo o tempo que a pessoa tratou as outras como mera diversão.
E nessa brincadeira toda o que importa mais é a aparência já que não há tempo pro sentimento. Mas de que adianta você estar beijando alguém bonito, se você vai estar de olhos fechados? Você beija muito mais pras outras pessoas do que pra você mesmo.
E se não acreditar nisso, por querer o sentimento, é ser velha então eu sou velha e com muito orgulho.
Afinal de contas qual o problema com querer conhecer de fato as pessoas, se aprofundar, saber a cor preferida, se prefere sol ou chuva, frio ou quente, rock ou samba antes de tentar ter algum tipo de relacionamento. Sinceramente eu espero ser especial pra alguém, não quero ser só um número numa lista. Não é disso que eu preciso. Quero atenção, abraços, carinho.
Eu sei a gente têm uma série de praticidades tecnólogicas que nos dão rapidez, mas será que essa rapidez tem que se estender a isso também? Será que estando em um ambiente por 3 horas eu tenho que ficar com 30 pessoas? 10 minutos é suficiente pra se conhecer alguém, descobrir afinidades, conquistar, beijar e já partir pra próxima. Cadê a parte do curtir o momento, o que vai ficar pra lembrança? Eu vejo criancinhas de 6 anos se beijando por aí, sendo incentivadas, crescendo e virando pais adolescentes justamente por ao invés de curtir uma coisa de cada vez acelerararem tudo sentirem tudo de uma vez e já partirem pra próxima tendo como lema a máxima de que figurinha repitida não completa albúm. Onde está a parte de se importar com o próximo, querer causar felicidade e assim também ser feliz?
Isso é ser velha? Ir a uma festa e se divertir apenas dançando é ser velha? Não querer ficar com alguém que manda um amigo pra falar com você é ser velha? E a parte romântica da coisa? E o contato, a conquista vão pra onde? Será que mais ninguém pensa assim e eu nasci de verdade na época errada? Não adianta negar, o ser humano precisa de atenção. Só que parece que apesar de saber dessa necessidade ele não quer desperdiçar a sua atenção com outro ser humano. Quer receber a atenção sem dar. Com isso as coisas perderam a magia ninguém mais liga pra sensação de beijar alguém a coisa virou física, animalesca, mandaram o sentimento pro raio que o parta.
A parte irônica é que uma hora ou outra todo mundo acaba "sossegando" com uma pessoa só, e trata essa pessoa de modo decente, o que é engraçado tendo em vista todo o tempo que a pessoa tratou as outras como mera diversão.
E nessa brincadeira toda o que importa mais é a aparência já que não há tempo pro sentimento. Mas de que adianta você estar beijando alguém bonito, se você vai estar de olhos fechados? Você beija muito mais pras outras pessoas do que pra você mesmo.
E se não acreditar nisso, por querer o sentimento, é ser velha então eu sou velha e com muito orgulho.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Outra Fuga
Eu canto sobre o que eu não sei e não entendo. Eu canto sobre o que eu nunca senti, e cantando entendo e sinto. Eu canto quando tô triste, quando eu tô feliz, quando eu preciso falar, quando eu quero fugir. Eu canto pra esquecer o mundo, pra lembrar de coisas, pra conhecer novas línguas e novos lugares. Eu canto pra me fechar no meu mundo, eu canto pra dizer o que penso. Eu canto quando eu tô no chuveiro, no terminal de ônibus, no metrô, na aula chata. Eu canto quando eu quero espantar, quando eu quero atrair, quando eu quero abraçar, quando eu quero pedir desculpas, quando eu quero fazer amigos. Eu canto quando eu quero me entender, quando eu quero confundir. Eu canto de modo desafinado, sem jeito. Eu canto com o coração e o ar do diafragma. Eu canto músicas de amor, de dor, de saudade e músicas que não fazem sentido. Eu canto enquanto danço, enquanto leio, enquanto escrevo, enquanto ouço. Eu canto pra mim mesma, eu canto pra todo mundo. Eu canto nas discussões, eu recito músicas nas conversas. Eu canto sem saber cantar. Eu canto pro dia azul ou pro dia cinza. Eu canto pra fazer pessoas sorrirem e pessoas chorarem. Hoje sou feliz e canto, por isso é que eu canto não posso parar, cantar a beleza de um eterno aprendiz. Não nasci pra cantar, mas canto, mesmo sem voz, sem afinação, sem dom. Eu canto porque me faz bem e quando não consigo fugir de outra forma, eu apenas canto.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
O Amor...
O amor...
A humanidade sempre levantou altas questões sobre esse tema, esse sentimento que querendo ou não está presente na maior parte de nossas atitudes. Falam que é uma utopia, desdenham, desmoralizam, generalizam e banalizam o maior, melhor e mais importante sentimento do mundo. Pense um pouco o que você seria sem amor??
Você não seria, porque sem amor os seus pais não teriam te feito. O amor rege todas as coisas e mesmo que tentem destruí-lo ele sempre vence. Parece papo clichê de romancezinho mas é a verdade. O amor é clichê e falar sobre ele é mais clichê ainda.
O amor está na sua vida, mesmo que você seja um solteirão irrevogável. Você provalvelmente tem algum amigo ou bichinho de estimação ou ainda com certeza você tem uma mãe. E sem querer acabar com as suas esperanças o que você sente por essas pessoas é AMOR. Não há pra onde fugir mesmo que você seja solitário você sempre tem algo/alguém a quem amar.
Dominador, contraditório. Foi feito pra te completar, mas muitas vezes antes de conseguir te deixa na pior solidão de todas. E você vai tentar matá-lo, vai tentar esquecê-lo, mas o amor é filho da mãe e quando você achar que o venceu, ele vai voltar com tudo pra cima de você.
Não lute contra o amor, apenas ame. Torne mais fácil a sua felicidade.
"O Amor é para os fortes. O sofrimento é opcional"
(Renan De Sousa Mello)
A humanidade sempre levantou altas questões sobre esse tema, esse sentimento que querendo ou não está presente na maior parte de nossas atitudes. Falam que é uma utopia, desdenham, desmoralizam, generalizam e banalizam o maior, melhor e mais importante sentimento do mundo. Pense um pouco o que você seria sem amor??
Você não seria, porque sem amor os seus pais não teriam te feito. O amor rege todas as coisas e mesmo que tentem destruí-lo ele sempre vence. Parece papo clichê de romancezinho mas é a verdade. O amor é clichê e falar sobre ele é mais clichê ainda.
O amor está na sua vida, mesmo que você seja um solteirão irrevogável. Você provalvelmente tem algum amigo ou bichinho de estimação ou ainda com certeza você tem uma mãe. E sem querer acabar com as suas esperanças o que você sente por essas pessoas é AMOR. Não há pra onde fugir mesmo que você seja solitário você sempre tem algo/alguém a quem amar.
Dominador, contraditório. Foi feito pra te completar, mas muitas vezes antes de conseguir te deixa na pior solidão de todas. E você vai tentar matá-lo, vai tentar esquecê-lo, mas o amor é filho da mãe e quando você achar que o venceu, ele vai voltar com tudo pra cima de você.
Não lute contra o amor, apenas ame. Torne mais fácil a sua felicidade.
"O Amor é para os fortes. O sofrimento é opcional"
(Renan De Sousa Mello)
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Parabéns Timão !

És grande, forte, guerreiro.
Alegra, constrói.
Emociona.
E as lágrimas se misturam ao riso,
A arquibancada delira.
Não é um time com uma torcida,
É uma torcida com um time.
Mais que um caso de amor,
Primeira e eterna paixão.
Nação orgulhosa,
Sendo o último ou o primeiro.
Não importa aonde for,
A torcida Fiel sonha, chora, grita, impulsiona, xinga, se decepciona, se surpreende e ama loucamente.
O hino vira nossa trilha sonora,
E a bandeira nosso manto sagrado.
Somos muitos milhões de loucos.
Gritamos até ficar roucos,
Impulsionando nosso campeão a não desistir de lutar.
Na alegria ou na dor,
Religião.
Nossos ídolos jamais esquecidos,
E todas as alegrias que tivemos.
Comemoramos hoje a comprovação de sua tradição,
Cem anos de glórias e angústias.
Quem é que não sabe?
Ser corinthiano vai além de ser também um pouco mais brasileiro.
É saber desde criancinha que aos 48 do 2º tempo tudo pode mudar,
Que nem sempre essa mudança é boa,
É saber que jogo fácil pode virar dificil,
Que a derrota pode significar vitória,
Que vencer nem sempre significa ganhar o prêmio,
E que ser corinthiano significa simplesmente sofrer do primeiro ao último sem se importar com isso.
Só quem é sabe o que é.
Sofrer, chorar, sorrir, cantar e amar até morrer,
Ser Corinthians a cada momento.
Não importando distâncias a Fiel vai te ver jogar.
Minha vida, minha história, meu amor.
Por mais MIL anos de Corinthians.
O Campeão dos Campeões.
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