Chegou na loja de animais, foi direto na seção de aquários. Procurou passar longe dos gatos e cachorros pra não reagir da mesma maneira de sempre.
Vários peixes beta em potinhos prontos para serem comprados, mas tinha um que nadava compulsivamente em direção ao dedo dela quando ela o encostava no pote.
Foi pegar o pote na mão e ter a recaída, colocou ele de volta na prateleira e passou ao próximo corredor da loja de animais. Nesse momento seu coração apertou e as lágrimas que ela tentava conter escaparam. Ela havia chegado na parte de adoção e vários gatinhos e cachorrinhos olhavam pra ela querendo ser adotados. Ao vê-la chorando a mãe dela tentou acalmá-la, levá-la embora mas ela simplesmente não conseguia se mover. Porque ela não podia ter um animal que ela pudesse segurar no colo, levar pra passear, brincar, porque tinha que ser um peixe?
De todas as coisas que ela já tinha pedido pra mãe, essa era a única que nunca havia sido atendida. A mãe tinha alergia só de pensar em um animal com pêlos andando pela casa. Sempre resolvia os pedidos da filha com peixes. E assim a menina tinha adquirido um medo incontrolável de cachorro e um certo descaso pelos peixes.
A mãe finalmente conseguiu tirar a menina de perto da adoção e a levou para o setor de plantas. As lágrimas insistiam em escorrer deixando a mãe triste.
A menina voltou para os potinhos com peixes ainda chorando e viu de novo o beta azul com cauda manchada de vermelho, pegou o potinho e foi como se o peixe demonstrasse carinho por ela nadando sempre na sua direção e soltando bolhinhas. Ela que julgava os peixes como animais insensíveis e distantes se viu apegada naquele pequeno e azul.
O modo como ele se movia era como uma dança, a menina agora precisava daquele peixe, ele seria seu animal de estimação e ganharia todo amor do mundo. Não podia ser diferente.
Ela parou de chorar, comprou um aquário bonito e pedrinhas vermelhas de fundo. O nome do peixe só veio quando uma gota d'água ficou presa fora do pote e o peixinho ficou brincando com ela soltando bolhinhas..Bubble esse seria o nome do seu pequeno peixe azul.
Ela instalou o aquário em seu quarto com todo o carinho e ao dar comida para o peixe pela primeira vez, seu dedo encostou na água e ao invés de fugir Bubble nadou em direção dele e 'beijou-o'.
Ela queria um bichinho que demonstrasse amor, e ele provou ser o peixe mais carinhoso do mundo todo.
Agora ela conversa com ele por horas a fio enquanto ele solta bolhas.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Velha eu ?
Hoje tive que ouvir uma coisa intrigante do meu melhor amigo. Ele me disse que eu sou velha por dentro, tenho 16 anos e sou velha. Só porque talvez eu não acredite em muitas coisas dessa minha geração como o desapego, o egoísmo, a rapidez, a falta de afeto, insensibilidade, banalização do sentir. São tantas coisas com as quais eu não concordo e que me incomodam e revoltam tão intensamente que nem consigo escrever todas aqui.
Afinal de contas qual o problema com querer conhecer de fato as pessoas, se aprofundar, saber a cor preferida, se prefere sol ou chuva, frio ou quente, rock ou samba antes de tentar ter algum tipo de relacionamento. Sinceramente eu espero ser especial pra alguém, não quero ser só um número numa lista. Não é disso que eu preciso. Quero atenção, abraços, carinho.
Eu sei a gente têm uma série de praticidades tecnólogicas que nos dão rapidez, mas será que essa rapidez tem que se estender a isso também? Será que estando em um ambiente por 3 horas eu tenho que ficar com 30 pessoas? 10 minutos é suficiente pra se conhecer alguém, descobrir afinidades, conquistar, beijar e já partir pra próxima. Cadê a parte do curtir o momento, o que vai ficar pra lembrança? Eu vejo criancinhas de 6 anos se beijando por aí, sendo incentivadas, crescendo e virando pais adolescentes justamente por ao invés de curtir uma coisa de cada vez acelerararem tudo sentirem tudo de uma vez e já partirem pra próxima tendo como lema a máxima de que figurinha repitida não completa albúm. Onde está a parte de se importar com o próximo, querer causar felicidade e assim também ser feliz?
Isso é ser velha? Ir a uma festa e se divertir apenas dançando é ser velha? Não querer ficar com alguém que manda um amigo pra falar com você é ser velha? E a parte romântica da coisa? E o contato, a conquista vão pra onde? Será que mais ninguém pensa assim e eu nasci de verdade na época errada? Não adianta negar, o ser humano precisa de atenção. Só que parece que apesar de saber dessa necessidade ele não quer desperdiçar a sua atenção com outro ser humano. Quer receber a atenção sem dar. Com isso as coisas perderam a magia ninguém mais liga pra sensação de beijar alguém a coisa virou física, animalesca, mandaram o sentimento pro raio que o parta.
A parte irônica é que uma hora ou outra todo mundo acaba "sossegando" com uma pessoa só, e trata essa pessoa de modo decente, o que é engraçado tendo em vista todo o tempo que a pessoa tratou as outras como mera diversão.
E nessa brincadeira toda o que importa mais é a aparência já que não há tempo pro sentimento. Mas de que adianta você estar beijando alguém bonito, se você vai estar de olhos fechados? Você beija muito mais pras outras pessoas do que pra você mesmo.
E se não acreditar nisso, por querer o sentimento, é ser velha então eu sou velha e com muito orgulho.
Afinal de contas qual o problema com querer conhecer de fato as pessoas, se aprofundar, saber a cor preferida, se prefere sol ou chuva, frio ou quente, rock ou samba antes de tentar ter algum tipo de relacionamento. Sinceramente eu espero ser especial pra alguém, não quero ser só um número numa lista. Não é disso que eu preciso. Quero atenção, abraços, carinho.
Eu sei a gente têm uma série de praticidades tecnólogicas que nos dão rapidez, mas será que essa rapidez tem que se estender a isso também? Será que estando em um ambiente por 3 horas eu tenho que ficar com 30 pessoas? 10 minutos é suficiente pra se conhecer alguém, descobrir afinidades, conquistar, beijar e já partir pra próxima. Cadê a parte do curtir o momento, o que vai ficar pra lembrança? Eu vejo criancinhas de 6 anos se beijando por aí, sendo incentivadas, crescendo e virando pais adolescentes justamente por ao invés de curtir uma coisa de cada vez acelerararem tudo sentirem tudo de uma vez e já partirem pra próxima tendo como lema a máxima de que figurinha repitida não completa albúm. Onde está a parte de se importar com o próximo, querer causar felicidade e assim também ser feliz?
Isso é ser velha? Ir a uma festa e se divertir apenas dançando é ser velha? Não querer ficar com alguém que manda um amigo pra falar com você é ser velha? E a parte romântica da coisa? E o contato, a conquista vão pra onde? Será que mais ninguém pensa assim e eu nasci de verdade na época errada? Não adianta negar, o ser humano precisa de atenção. Só que parece que apesar de saber dessa necessidade ele não quer desperdiçar a sua atenção com outro ser humano. Quer receber a atenção sem dar. Com isso as coisas perderam a magia ninguém mais liga pra sensação de beijar alguém a coisa virou física, animalesca, mandaram o sentimento pro raio que o parta.
A parte irônica é que uma hora ou outra todo mundo acaba "sossegando" com uma pessoa só, e trata essa pessoa de modo decente, o que é engraçado tendo em vista todo o tempo que a pessoa tratou as outras como mera diversão.
E nessa brincadeira toda o que importa mais é a aparência já que não há tempo pro sentimento. Mas de que adianta você estar beijando alguém bonito, se você vai estar de olhos fechados? Você beija muito mais pras outras pessoas do que pra você mesmo.
E se não acreditar nisso, por querer o sentimento, é ser velha então eu sou velha e com muito orgulho.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Outra Fuga
Eu canto sobre o que eu não sei e não entendo. Eu canto sobre o que eu nunca senti, e cantando entendo e sinto. Eu canto quando tô triste, quando eu tô feliz, quando eu preciso falar, quando eu quero fugir. Eu canto pra esquecer o mundo, pra lembrar de coisas, pra conhecer novas línguas e novos lugares. Eu canto pra me fechar no meu mundo, eu canto pra dizer o que penso. Eu canto quando eu tô no chuveiro, no terminal de ônibus, no metrô, na aula chata. Eu canto quando eu quero espantar, quando eu quero atrair, quando eu quero abraçar, quando eu quero pedir desculpas, quando eu quero fazer amigos. Eu canto quando eu quero me entender, quando eu quero confundir. Eu canto de modo desafinado, sem jeito. Eu canto com o coração e o ar do diafragma. Eu canto músicas de amor, de dor, de saudade e músicas que não fazem sentido. Eu canto enquanto danço, enquanto leio, enquanto escrevo, enquanto ouço. Eu canto pra mim mesma, eu canto pra todo mundo. Eu canto nas discussões, eu recito músicas nas conversas. Eu canto sem saber cantar. Eu canto pro dia azul ou pro dia cinza. Eu canto pra fazer pessoas sorrirem e pessoas chorarem. Hoje sou feliz e canto, por isso é que eu canto não posso parar, cantar a beleza de um eterno aprendiz. Não nasci pra cantar, mas canto, mesmo sem voz, sem afinação, sem dom. Eu canto porque me faz bem e quando não consigo fugir de outra forma, eu apenas canto.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
O Amor...
O amor...
A humanidade sempre levantou altas questões sobre esse tema, esse sentimento que querendo ou não está presente na maior parte de nossas atitudes. Falam que é uma utopia, desdenham, desmoralizam, generalizam e banalizam o maior, melhor e mais importante sentimento do mundo. Pense um pouco o que você seria sem amor??
Você não seria, porque sem amor os seus pais não teriam te feito. O amor rege todas as coisas e mesmo que tentem destruí-lo ele sempre vence. Parece papo clichê de romancezinho mas é a verdade. O amor é clichê e falar sobre ele é mais clichê ainda.
O amor está na sua vida, mesmo que você seja um solteirão irrevogável. Você provalvelmente tem algum amigo ou bichinho de estimação ou ainda com certeza você tem uma mãe. E sem querer acabar com as suas esperanças o que você sente por essas pessoas é AMOR. Não há pra onde fugir mesmo que você seja solitário você sempre tem algo/alguém a quem amar.
Dominador, contraditório. Foi feito pra te completar, mas muitas vezes antes de conseguir te deixa na pior solidão de todas. E você vai tentar matá-lo, vai tentar esquecê-lo, mas o amor é filho da mãe e quando você achar que o venceu, ele vai voltar com tudo pra cima de você.
Não lute contra o amor, apenas ame. Torne mais fácil a sua felicidade.
"O Amor é para os fortes. O sofrimento é opcional"
(Renan De Sousa Mello)
A humanidade sempre levantou altas questões sobre esse tema, esse sentimento que querendo ou não está presente na maior parte de nossas atitudes. Falam que é uma utopia, desdenham, desmoralizam, generalizam e banalizam o maior, melhor e mais importante sentimento do mundo. Pense um pouco o que você seria sem amor??
Você não seria, porque sem amor os seus pais não teriam te feito. O amor rege todas as coisas e mesmo que tentem destruí-lo ele sempre vence. Parece papo clichê de romancezinho mas é a verdade. O amor é clichê e falar sobre ele é mais clichê ainda.
O amor está na sua vida, mesmo que você seja um solteirão irrevogável. Você provalvelmente tem algum amigo ou bichinho de estimação ou ainda com certeza você tem uma mãe. E sem querer acabar com as suas esperanças o que você sente por essas pessoas é AMOR. Não há pra onde fugir mesmo que você seja solitário você sempre tem algo/alguém a quem amar.
Dominador, contraditório. Foi feito pra te completar, mas muitas vezes antes de conseguir te deixa na pior solidão de todas. E você vai tentar matá-lo, vai tentar esquecê-lo, mas o amor é filho da mãe e quando você achar que o venceu, ele vai voltar com tudo pra cima de você.
Não lute contra o amor, apenas ame. Torne mais fácil a sua felicidade.
"O Amor é para os fortes. O sofrimento é opcional"
(Renan De Sousa Mello)
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Parabéns Timão !

És grande, forte, guerreiro.
Alegra, constrói.
Emociona.
E as lágrimas se misturam ao riso,
A arquibancada delira.
Não é um time com uma torcida,
É uma torcida com um time.
Mais que um caso de amor,
Primeira e eterna paixão.
Nação orgulhosa,
Sendo o último ou o primeiro.
Não importa aonde for,
A torcida Fiel sonha, chora, grita, impulsiona, xinga, se decepciona, se surpreende e ama loucamente.
O hino vira nossa trilha sonora,
E a bandeira nosso manto sagrado.
Somos muitos milhões de loucos.
Gritamos até ficar roucos,
Impulsionando nosso campeão a não desistir de lutar.
Na alegria ou na dor,
Religião.
Nossos ídolos jamais esquecidos,
E todas as alegrias que tivemos.
Comemoramos hoje a comprovação de sua tradição,
Cem anos de glórias e angústias.
Quem é que não sabe?
Ser corinthiano vai além de ser também um pouco mais brasileiro.
É saber desde criancinha que aos 48 do 2º tempo tudo pode mudar,
Que nem sempre essa mudança é boa,
É saber que jogo fácil pode virar dificil,
Que a derrota pode significar vitória,
Que vencer nem sempre significa ganhar o prêmio,
E que ser corinthiano significa simplesmente sofrer do primeiro ao último sem se importar com isso.
Só quem é sabe o que é.
Sofrer, chorar, sorrir, cantar e amar até morrer,
Ser Corinthians a cada momento.
Não importando distâncias a Fiel vai te ver jogar.
Minha vida, minha história, meu amor.
Por mais MIL anos de Corinthians.
O Campeão dos Campeões.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Porque sou Corinthiana?
Meu pai sempre me disse que quando eu tava na barriga da minha mãe tinha jogo e o Timão marcava, a barriga dela fazia ondas de tanto que eu chutava. Eu cresci numa família Corinthiana com muito orgulho, mas me lembro de não ter ninguém me forçando a torcer por quem eu não queria. Assistia aos jogos do Corinthians e os dos outros times também, em casa cheia de homens não existe outra coisa a não ser programa esportivo e jogos (mesmo se você for uma pobre menininha indefesa de 5 anos). Aprendi a gostar desse tipo de coisa, já que não tinha como ver desenho ficava com o futebol mesmo.
Falando desse jeito até parece que eu achei muito ruim, mas pelo contrário. Aprendi ainda pequena o que erão os tão famosos 'impedimentos' que fundem a cabeça de muitas mulheres e de alguns homens também. Como assistia a todos os jogos eu pude perceber, muito cedo, que havia uma grande diferença. Nos jogos eu notava uma torcida enlouquecida por um time. Mesmo perdendo você ouvia os gritos de incentivo durante 90 minutos mais os acréscimos.
Só quem é Corinthiano entende a alegria de ser. E acho que eu não tinha muita escolha, já que você nasce Corinthiano e graças a Deus eu nasci assim. Não tem como colocar em palavras todas as sensações que sentimos nos jogos, mas mesmo os minutos de sofrimento valem a pena.
Eu agradeço por ter nascido assim, numa família que também nasceu assim. Agradeço também aos homens da casa, graças a eles eu entendi e amei esse esporte desde sempre.
No fim das contas a resposta para a pergunta-título é um tanto quanto dispensável.
Sou corinthiana por que eu sinto a emoção a cada ínicio de partida, eu grito no meio da sala como se estivesse na arquibancada, eu canto pra empurrar o time e fazer não parar de lutar. Eu sou corinthiana, faço parte da mais bela das nações, porque tenho tanta emoção no meu peito que precisava achar alguma coisa digna na qual descarregar. E nada é mais digno do que o Corinthians, quem é corinthiano entende o que eu tô dizendo. Tem que ter raça e coração porque isso é o time do povo,a nação povoada pela fiel, isso é Corinthians.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
E você só vai entender o dia em que você se sentir como eu.
O que você tá fazendo agora, no que você tá prestando atenção?
Você não percebe que dói? Que suas palavras me machucam? Que eu me sinto totalmente sem utilidade?
Você não vê que em vez de ajudar, você me faz sentir toda a culpa do mundo por coisas que eu nem mesmo fiz?
Eu só queria correr e ir pra bem longe daqui...
Talvez eu seja realmente o problema, mas você tá bem longe de ser só soluções.
Será que você não enxerga isso?
Você realmente tem que ficar brigando comigo por qualquer coisa que eu faça ou pior que eu não faça?
Um dia você vai simplesmente me ouvir sem fazer todo o seu drama?
Me escutar e realmente me entender ou pelo menos tentar...não finja que é isso que você faz.
Você tem estado muito ocupada pra enxergar tudo isso. Pra você eu só estou tentando ser a vítima que na sua concepção é você.
E quando eu não falo nada é porque eu to com dificuldade em me comunicar, preciso de um psicólogo né?
Será que sou eu mesma que preciso?
No fundo eu só queria olhar pra você e poder mandar o foda-se mais bem mandado de toda a minha vida.
Mas a educação e o respeito que você me ensinou a ter não me permitem, infelizmente.
O que você tá fazendo agora, no que você tá prestando atenção?
Você não percebe que dói? Que suas palavras me machucam? Que eu me sinto totalmente sem utilidade?
Você não vê que em vez de ajudar, você me faz sentir toda a culpa do mundo por coisas que eu nem mesmo fiz?
Eu só queria correr e ir pra bem longe daqui...
Talvez eu seja realmente o problema, mas você tá bem longe de ser só soluções.
Será que você não enxerga isso?
Você realmente tem que ficar brigando comigo por qualquer coisa que eu faça ou pior que eu não faça?
Um dia você vai simplesmente me ouvir sem fazer todo o seu drama?
Me escutar e realmente me entender ou pelo menos tentar...não finja que é isso que você faz.
Você tem estado muito ocupada pra enxergar tudo isso. Pra você eu só estou tentando ser a vítima que na sua concepção é você.
E quando eu não falo nada é porque eu to com dificuldade em me comunicar, preciso de um psicólogo né?
Será que sou eu mesma que preciso?
No fundo eu só queria olhar pra você e poder mandar o foda-se mais bem mandado de toda a minha vida.
Mas a educação e o respeito que você me ensinou a ter não me permitem, infelizmente.
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